Arquitetura para Steel FrameA Tecnobra possuí todo o KnowHow para conversão do projeto arquitetônico, normalmente desenvolvido para alvenaria convencional, para o sistema construtivo Steel Frame; temos engenheiros e arquitetos especializados na alteração do projeto aumentando o espaço e área útil da edificação em até 4%;
Além do mais, por contar com setor próprio de projeto estrutural a Global Frame decide quais as melhores soluções de projeto estrutural para Steel Frame conforme cada necessidade do cliente e também da edificação. Isso faz com que a qualidade e velocidade da obra seja maior e o cliente tem acesso aos engenheiros da empresa para poder tirar suas dúvidas. |
Fechamento Externo Steel Frame
O fechamento externo no Steel Frame pode ser realizado com o uso de diferentes materiais como OSB , placa cimentícia, siding e eventualmente alvenaria.
Desta forma, ao utilizar fechamento com placas OSB deve-se tomar cuidado e não expor esse material as intempérie, sendo necessária a realização de um acabamento impermeável através de uma manta ou membrana de polietileno de alta densidade, que reveste toda a área externa das paredes. Essa membrana permite a passagem da umidade da parte interna para externa, evitando a condensação dentro dos painéis.
A aplicação da manta é realizada ao grampeá-las nas placas de OSB e nas juntas sobrepor de 15 a 30 cm, sendo necessário realizar esse revestimento assim que as placas de OSB forem fixadas.
Segundo a LP Brasil (2011), antes de realizar a aplicação das placas na estrutura, deve-se verificar se as placas estão com a umidade que corresponda à umidade de equilíbrio do ambiente onde serão aplicadas, pois, a mudança de ambiente pode causar, em virtude das diferenças de umidade do ar, uma variação dimensional das placas.
Há que se salientar ainda, que não deve deixar as placas de OSB em contato com o solo, assim, deve manter um espaçamento entre a borda inferior da placa e o solo de 15 cm.
Além do mais, nas juntas e furos nas placas de OSB, a LP Brasil (2011) indica o uso de selante acrílico flexível e depois de instalados os painéis devem ser pintados com tintas 100% acrílicas ou esmaltes à base d´agua.
Quanto à paginação das placas, as juntas verticais devem estar defasadas entre si e não alinhadas com bordas de esquadrias ou portas.
Quanto ao tratamento das juntas entre as placas de OSB, afirma que não há necessidade do tratamento delas com material vedante, pois a estanqueidade do painel é garantido pela manta de polietileno de alta densidade.
Depois de realizado o fechamento com OSB e aplicada à manta, há necessidade de executar o revestimento dessas placas que pode ser feito com siding ou alvenaria.
O siding é um revestimento muito comum nas casas norte americanas e podem ser fabricados a partir do PVC, madeira, placas cimentícias e WPC (wood plastic composit, composto de madeira e plástico). “Sua principal vantagem é oferecer uma alternativa de construção mais rápida e limpa que os revestimentos tradicionais”, apresentado a partir do seu uso em uma edificação residencial.
Para a instalação do siding existem vários acessórios que são disponibilizados pelos fabricantes, desta forma, facilita a fixação das réguas e execução das interfaces com as esquadrias e cantos.
Quanto ao revestimento em argamassa que consiste na aplicação de argamassa sobre uma tela disposta em duas camadas que deve ser fixada com grampos sobre a superfície do OSB, protegida pela manta de polietileno de alta densidade.
A mesma autora salienta quando a dois pontos importantes na execução deste revestimento: o primeiro quanto à necessidade de realizar juntas feitas na argamassa a fim de orientar as trincas e o segundo quanto à necessidade de ter atenção especial no momento da execução para evitar que a argamassa esteja exposta ao sol direto ou a chuva muito forte.
Quanto ao uso de placa cimentícia no fechamento externo, estas possuem algumas características como: Elevada resistência a impactos, grande resistência à umidade, podem ser curvadas, compatível com a maioria dos revestimentos, são cortadas com facilidade e possuem grande rapidez na execução.
Estas placas são parafusadas nos perfis “Ue” e “U” da estrutura com espaçamento máximo entre os parafusos de 20 cm e dispostos a 12 mm das bordas das placas. Deve-se ainda nos cantos, parafusar no sentido horizontal a 5 cm da borda e no vertical a 10 cm. Após serem parafusadas as cabeças dos parafusos precisam ser tratados com massa cimentícia.
Entretanto, existe divergência quanto ao acabamento das juntas indicado por alguns fabricantes. Pois, alguns indicam o uso das juntas invisíveis a partir do tratamento destas e outros salientam que não há possibilidade, pois resultará em trincas e desta forma deve-se deixar as juntas aparente.
A junta aparente ocorre quando as faces das placas cimentícias ficam marcadas conforme a paginação, sendo esta a melhor opção para placas que possuem o coeficiente de variação dimensional muito alto.
Neste tipo de junta a distância mínima entre as placas é de 3 mm e devem receber aplicações de selantes elastomérico conforme desenho esquemático.
Entretanto, nas juntas denominadas invisíveis não há percepção visual do encontro das placas cimentícias, porém, deve ser realizado tratamento da junta de acordo com as especificações de cada fabricante.
Para isto, as bordas das placas devem ser rebaixadas e o acabamento deve ser feito com o emprego de massa cimentícia ou argamassa flexível, combinadas com tela de fibra de vidro resistentes a álcalis ou ainda resina poliéster associada à manta de fibra de vidro, instaladas em camadas sucessivas (SANTIAGO, 2008), conforme desenho esquemático.
Desta forma, ao utilizar fechamento com placas OSB deve-se tomar cuidado e não expor esse material as intempérie, sendo necessária a realização de um acabamento impermeável através de uma manta ou membrana de polietileno de alta densidade, que reveste toda a área externa das paredes. Essa membrana permite a passagem da umidade da parte interna para externa, evitando a condensação dentro dos painéis.
A aplicação da manta é realizada ao grampeá-las nas placas de OSB e nas juntas sobrepor de 15 a 30 cm, sendo necessário realizar esse revestimento assim que as placas de OSB forem fixadas.
Segundo a LP Brasil (2011), antes de realizar a aplicação das placas na estrutura, deve-se verificar se as placas estão com a umidade que corresponda à umidade de equilíbrio do ambiente onde serão aplicadas, pois, a mudança de ambiente pode causar, em virtude das diferenças de umidade do ar, uma variação dimensional das placas.
Há que se salientar ainda, que não deve deixar as placas de OSB em contato com o solo, assim, deve manter um espaçamento entre a borda inferior da placa e o solo de 15 cm.
Além do mais, nas juntas e furos nas placas de OSB, a LP Brasil (2011) indica o uso de selante acrílico flexível e depois de instalados os painéis devem ser pintados com tintas 100% acrílicas ou esmaltes à base d´agua.
Quanto à paginação das placas, as juntas verticais devem estar defasadas entre si e não alinhadas com bordas de esquadrias ou portas.
Quanto ao tratamento das juntas entre as placas de OSB, afirma que não há necessidade do tratamento delas com material vedante, pois a estanqueidade do painel é garantido pela manta de polietileno de alta densidade.
Depois de realizado o fechamento com OSB e aplicada à manta, há necessidade de executar o revestimento dessas placas que pode ser feito com siding ou alvenaria.
O siding é um revestimento muito comum nas casas norte americanas e podem ser fabricados a partir do PVC, madeira, placas cimentícias e WPC (wood plastic composit, composto de madeira e plástico). “Sua principal vantagem é oferecer uma alternativa de construção mais rápida e limpa que os revestimentos tradicionais”, apresentado a partir do seu uso em uma edificação residencial.
Para a instalação do siding existem vários acessórios que são disponibilizados pelos fabricantes, desta forma, facilita a fixação das réguas e execução das interfaces com as esquadrias e cantos.
Quanto ao revestimento em argamassa que consiste na aplicação de argamassa sobre uma tela disposta em duas camadas que deve ser fixada com grampos sobre a superfície do OSB, protegida pela manta de polietileno de alta densidade.
A mesma autora salienta quando a dois pontos importantes na execução deste revestimento: o primeiro quanto à necessidade de realizar juntas feitas na argamassa a fim de orientar as trincas e o segundo quanto à necessidade de ter atenção especial no momento da execução para evitar que a argamassa esteja exposta ao sol direto ou a chuva muito forte.
Quanto ao uso de placa cimentícia no fechamento externo, estas possuem algumas características como: Elevada resistência a impactos, grande resistência à umidade, podem ser curvadas, compatível com a maioria dos revestimentos, são cortadas com facilidade e possuem grande rapidez na execução.
Estas placas são parafusadas nos perfis “Ue” e “U” da estrutura com espaçamento máximo entre os parafusos de 20 cm e dispostos a 12 mm das bordas das placas. Deve-se ainda nos cantos, parafusar no sentido horizontal a 5 cm da borda e no vertical a 10 cm. Após serem parafusadas as cabeças dos parafusos precisam ser tratados com massa cimentícia.
Entretanto, existe divergência quanto ao acabamento das juntas indicado por alguns fabricantes. Pois, alguns indicam o uso das juntas invisíveis a partir do tratamento destas e outros salientam que não há possibilidade, pois resultará em trincas e desta forma deve-se deixar as juntas aparente.
A junta aparente ocorre quando as faces das placas cimentícias ficam marcadas conforme a paginação, sendo esta a melhor opção para placas que possuem o coeficiente de variação dimensional muito alto.
Neste tipo de junta a distância mínima entre as placas é de 3 mm e devem receber aplicações de selantes elastomérico conforme desenho esquemático.
Entretanto, nas juntas denominadas invisíveis não há percepção visual do encontro das placas cimentícias, porém, deve ser realizado tratamento da junta de acordo com as especificações de cada fabricante.
Para isto, as bordas das placas devem ser rebaixadas e o acabamento deve ser feito com o emprego de massa cimentícia ou argamassa flexível, combinadas com tela de fibra de vidro resistentes a álcalis ou ainda resina poliéster associada à manta de fibra de vidro, instaladas em camadas sucessivas (SANTIAGO, 2008), conforme desenho esquemático.
Fundação para Steel Frame
Com relação à tipologia da fundação utilizada nesse sistema
construtivo, há de se considerar os seguintes aspectos iniciais:
esse sistema possui menor carga aplicada na fundação;
os painéis distribuírem as cargas de forma uniforme;
é necessário que a fundação seja contínua;
as fundações são executadas conforme processo de construção convencional.
Assim, o radie é um tipo de fundação muito utilizado para este sistema, pois se trata de uma fundação superficial que pode ser admitida como uma laje, sendo executada sobre toda área da construção.
Além do mais, nesse tipo de fundação as cargas são distribuídas no solo por toda a área da fundação; entretanto, há maior carregamento sob as paredes portantes e colunas, onde há necessidade de executar vigas no radie.
Outra característica desse tipo de fundação é a possibilidade de localizar e executar a fundação em conjunto com as instalações hidráulicas, sanitárias, elétricas e de telefonia, potencializando as características de montagem do SF
Porém, esse sistema construtivo pode funcionar com outros tipos de fundação, como por exemplo, com o uso de fundação indireta a partir de estacas que é uma possibilidade para solos muito fracos.
Com relação à fixação do sistema construtivo na fundação, este é realizado a partir da ancoragem do painel ao radie por meio de barra roscada, porca e arruela, conforme representado na Figura 7. Entretanto, na fase de montagem da estrutura são utilizados pinos fixados por pólvora de forma provisória para montagem ou fixação dos painéis e demais componentes.
Esse é um ponto importante para evitar a movimentação da edificação devido à pressão do vento, conforme Figura 8, que pode ocorrer de duas formas: devido à translação, que é o deslocamento lateral da estrutura, e devido ao tombamento, que é a elevação da estrutura e pode ser causado devido assimetria na direção dos ventos ao atingir a edificação.
Assim, existem diversas formas de realizar a ancoragem da estrutura sendo uma delas a partir da fixação de barra roscada com ancoragem química,.
Esse tipo de ancoragem consiste no uso de uma barra roscada com arruela e porca que é fixada no concreto por meio de perfuração preenchida com uma resina química. A fixação à estrutura é feita por meio de uma peça de aço que é conectada à barra roscada e à guia e aparafusada ao montante, geralmente duplo .
Entretanto, existem outras formas de ancoragem que não fazem parte deste trabalho e o seu uso depende da solução adotada no projeto.
esse sistema possui menor carga aplicada na fundação;
os painéis distribuírem as cargas de forma uniforme;
é necessário que a fundação seja contínua;
as fundações são executadas conforme processo de construção convencional.
Assim, o radie é um tipo de fundação muito utilizado para este sistema, pois se trata de uma fundação superficial que pode ser admitida como uma laje, sendo executada sobre toda área da construção.
Além do mais, nesse tipo de fundação as cargas são distribuídas no solo por toda a área da fundação; entretanto, há maior carregamento sob as paredes portantes e colunas, onde há necessidade de executar vigas no radie.
Outra característica desse tipo de fundação é a possibilidade de localizar e executar a fundação em conjunto com as instalações hidráulicas, sanitárias, elétricas e de telefonia, potencializando as características de montagem do SF
Porém, esse sistema construtivo pode funcionar com outros tipos de fundação, como por exemplo, com o uso de fundação indireta a partir de estacas que é uma possibilidade para solos muito fracos.
Com relação à fixação do sistema construtivo na fundação, este é realizado a partir da ancoragem do painel ao radie por meio de barra roscada, porca e arruela, conforme representado na Figura 7. Entretanto, na fase de montagem da estrutura são utilizados pinos fixados por pólvora de forma provisória para montagem ou fixação dos painéis e demais componentes.
Esse é um ponto importante para evitar a movimentação da edificação devido à pressão do vento, conforme Figura 8, que pode ocorrer de duas formas: devido à translação, que é o deslocamento lateral da estrutura, e devido ao tombamento, que é a elevação da estrutura e pode ser causado devido assimetria na direção dos ventos ao atingir a edificação.
Assim, existem diversas formas de realizar a ancoragem da estrutura sendo uma delas a partir da fixação de barra roscada com ancoragem química,.
Esse tipo de ancoragem consiste no uso de uma barra roscada com arruela e porca que é fixada no concreto por meio de perfuração preenchida com uma resina química. A fixação à estrutura é feita por meio de uma peça de aço que é conectada à barra roscada e à guia e aparafusada ao montante, geralmente duplo .
Entretanto, existem outras formas de ancoragem que não fazem parte deste trabalho e o seu uso depende da solução adotada no projeto.
Histórico Steel Frame no mundo
Steel Frame tem origem a partir de outro sistema construtivo
denominado Wood Framing, desenvolvido pelos colonizadores do território norte
americano a fim de atender ao crescimento da população.
Entre 1810 e 1860, a população desse país se multiplicou por dez, tendo assim demanda por habitações”. Então, foi necessário recorrer a uma solução construtiva que fizesse uso dos materiais disponíveis no local (madeira) e utilizando os conceitos de praticidade, velocidade e produtividade originados na Revolução Industrial surgiu então, o sistema construtivo denominado Wood Framing, apresentado na Figura 1.
Desta forma o sistema construtivo Wood Framing se transformou a tipologia residencial mais comum nos Estados Unidos da América naquela época.
Segundo Silva (2010), define-se o wood framing como um sistema construtivo constituído de estrutura de perfis leves de madeira maciça, que nos dias atuais, utiliza-se de chapas estruturais da madeira transformada, tipo OSB (Oriented Strand Board), como contraventamento.
No Brasil, o SF é um sistema construtivo que vem passando por um processo de aceitação e desenvolvimento no mercado naciona.
Entre 1810 e 1860, a população desse país se multiplicou por dez, tendo assim demanda por habitações”. Então, foi necessário recorrer a uma solução construtiva que fizesse uso dos materiais disponíveis no local (madeira) e utilizando os conceitos de praticidade, velocidade e produtividade originados na Revolução Industrial surgiu então, o sistema construtivo denominado Wood Framing, apresentado na Figura 1.
Desta forma o sistema construtivo Wood Framing se transformou a tipologia residencial mais comum nos Estados Unidos da América naquela época.
Segundo Silva (2010), define-se o wood framing como um sistema construtivo constituído de estrutura de perfis leves de madeira maciça, que nos dias atuais, utiliza-se de chapas estruturais da madeira transformada, tipo OSB (Oriented Strand Board), como contraventamento.
No Brasil, o SF é um sistema construtivo que vem passando por um processo de aceitação e desenvolvimento no mercado naciona.